Devaneios do pensar Estava Ana na sua vida de sempre, como sempre e um dia entre um café, um cigarro , um cinzeiro , parou para psicologiar: Pque as coisas terrenas são como são? Sempre a culpa é sua. Carma? Evolução? Ingestão de coisas que Ana não quis ingerir? Assim ela começou. Doenças? Tragédias? Estragos? Maldades? Quem comete? Pque comete? Quem aceita? Pque aceita? Pensando ela ficou para ver se acalentava o seu coração de idéias, sonhos, liberdades . Chegou à conclusão que os espíritas falam em carma, mas qual seria o seu carma por ser boa na vida e por ter certeza que em vidas passadas não cometeria maldades. Talvez seu carma tenha sido ser boa para que os mais acarmados cometessem maldades e nunca evoluíssem. Se ela pudesse dar um conselho daria, ela falou bem clara como a luz do sol: Filhos ! Não tenham filhos! Pois vocês são maravilhosos, mas o mundo não é ! E filhos: Os filhos são dádivas, s...